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sexta-feira, 30 de abril de 2010

CONSTRUINDO A SEMANA DE MATEMÁTICA 2010...

Professora Ana Luzia e Maurício
Pedala Raildooooo


Ana Luzia e suas sempre bem-vindas observações quanto ao nosso Projeto da Semana de Matemática 2010.



POESIA MATEMÁTICA....*


"Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.

*Millôr Fernandes


quarta-feira, 28 de abril de 2010

SEGUNDO ELE GOVERNAR É....




Pra bom entendedor meia palavra basta, ops uma imagem...rsrsrsr!!!

TODOS CONTRA A INGERÊNCIA INSTALADA NA UNIR!!!!

CARTA ABERTA
Ao povo de Rondônia

Aos trabalhadores, intelectuais, democratas e honestos de todo o Brasil.

No mês de fevereiro de 2010, ao iniciar o ano letivo, os estudantes do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Rondônia – Campus de Rolim de Moura paralisaram suas atividades numa greve que durou 15 dias reivindicando condições básicas de funcionamento do Campus. Nos dias que seguiram a greve foram levantados alguns problemas, dentre eles o processo nº 23118.003293/2008-21, que trata da compra de um terreno em frente ao campus no valor de R$8.900.000,00 (Oito milhões e novecentos mil reais), sendo que muitos professores e estudantes questionaram o referido processo, destacando-se o superfaturamento do valor do imóvel, exigindo explicações da Universidade. Conforme Nota do Departamento de Educação do Campus de Rolim de Moura o valor “estaria acima do praticado pelo mercado no município”. Outra questão levantada foi a contradição existente entre o sucateamento da estrutura do campus (falta de água, laboratórios sem funcionamento, biblioteca fechada, energia elétrica, etc) e a viabilização de vultoso valor para destinar ao processo de compra junto ao Ministério da Educação.
A greve dos estudantes serviu para demarcar duas posições distintas: os que apoiavam a justa reivindicação e questionavam a democracia e a transparência administrativa existente na Universidade de um lado; e de outro, um grupo que defendia a forma autoritária com que o Reitor da Universidade destituiu o Diretor em exercício do campus e nomeou sem consulta à comunidade acadêmica outro professor com vinculação de parentesco ao dono do terreno a ser adquirido pela UNIR. Houve muita tensão nas discussões acerca da questão e, ao final da greve, iniciou-se uma campanha de ataques aos professores do Departamento de Educação e outros professores do campus, realizada por email anônimo com violenta agressão caluniosa e difamatória, direcionado principalmente à professora Marilsa Miranda de Souza, do Departamento de Educação, que teve um papel destacado de apoio à greve estudantil. Notas de Repúdio foram divulgadas pelo DCE, ADUNIR, CEBRASPO e Departamento de Educação do Campus de Rolim de Moura.
Mesmo com a manifestação de repúdio a essa prática fascista, a perseguição continuou. A presidente da ADUNIR – Seção Sindical do ANDES/SN, Profª Walterlina Brasil recebeu informação de que atentariam contra a vida da Profª Marilsa Miranda de Souza, e rapidamente comunicou aos familiares e à própria Marilsa sobre a informação, tanto por telefone no dia 07 de abril como pessoalmente no dia seguinte. E por qual razão atentariam contra a vida da professora Marilsa? Quem tem interesse em fazê-lo? Seria apenas por apoiar a greve estudantil juntamente com seus colegas de Departamento? Ou envolveria outros interesses mais lucrativos? Porque a professora Marilsa figura como a única pessoa a “incomodar” inúmeros interesses?
A professora Marilsa Miranda de Souza, enquanto profissional da Educação tem em seu currículo de vida uma história marcada pela luta intransigente por uma Educação voltada para o povo desde quando ainda era ativista do Movimento Estudantil. Marilsa se destacou enquanto dirigente sindical, mas acima de tudo, por estar lado a lado das organizações populares, em especial dos camponeses pobres sem terra ou com pouca terra. De origem camponesa, buscou na análise científica acadêmica compreender as contradições existentes no campo e de que forma o campesinato tem reagido a ações de expropriações e violência como se constata cotidianamente em Rondônia.
Enquanto docente da Universidade Federal de Rondônia não se furtou a lutar contra a precarização e privatização do Ensino Público Superior e da mesma forma tem travado inúmeras lutas em defesa do que é justo e honesto. Não é preciso citar os inúmeros exemplos, basta recorrer aos seus pares e, sobretudo, a quem acompanha de longas datas sua trajetória de assumir de forma conseqüente e sem vacilações sua ideologia e princípios.
É preciso que se dê um basta a toda ação difamatória ou de qualquer ameaça contra a vida de uma lutadora do povo! Conclamamos a todas as organizações classistas, democratas, intelectuais honestos a defender a integridade moral e física da professora Marilsa Miranda de Souza e de todo e qualquer intelectual honesto e estudante em luta na Universidade Federal de Rondônia!
Abaixo o fascismo na Universidade Federal de Rondônia!
Por uma Universidade que sirva o povo!

Rio de Janeiro/RJ, 19 de abril de 2010.
CEBRASPO – CENTRO BRASILEIRO DE SOLIDARIEDADE AOS POVOS
Considerando o conteúdo dos fatos acima, os signatários vêm manifestar sua solidariedade à professora Marilsa Miranda de Souza da Universidade Federal de Rondônia.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

SORRIA E CRIE UM POKO DE CONSCIÊNCIA....

LEMBRE-SE EM 2010 TEM ELEIÇÕES....
ESCOLHA POLÍTICOS SÉRIOS E HONESTOS COM FICHA LIMPA....
ACABE COM A MAMATA DE UMA HORDA DE GENTE QUE É ESPECIALISTA EM DAR GOLPE NO POVO.....



I COLÓQUIO DE MATEMÁTICA DA REGIÃO NORTE - 2010




Venha mostrar o que está fazendo, e trocar idéias e experiências com quem faz Matemática na Região Norte!
Promovido pela Sociedade Brasileira de Matemática, o I Colóquio de Matemática da Região Norte quer ser também um espaço livre para a avaliação e a manifestação de quem tem ensina, produz, ou simplesmente se interessa pela Matemática.
Aberto para profissionais de pesquisa e de ensino, e também para não-profissionais e estudantes, o I Colóquio de Matemática da Região Norte terá seus resultados e trabalhos apresentados publicados em anais e incorporados ao acervo da Sociedade Brasileira de Matemática e das Universidades participantes.

ESTAREMOS LÁ...

MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES NO SITE:

ISSO É DO SEU INTERESSE!!!

PROFESSORA DA UNIR É AMEAÇADA DE MORTE, LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA QUE SAIU NO JORNAL ELETRONICO O OBSERVADOR.... SINISTRO....

2010-04-19 - 08:32:00 - ASSESSORIA

Professora da Unir é ameaçada de morte O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Rondônia ? DCE/UNIR denunciou a ameaça de morte contra a professora Ms. Marilsa Miranda de Souza, do Departamento de Educação do campus de Rolim de Moura. Segundo apurou o DCE/UNIR A professora


O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Rondônia – DCE/UNIR denunciou a ameaça de morte contra a professora Ms. Marilsa Miranda de Souza, do Departamento de Educação do campus de Rolim de Moura. Segundo apurou o DCE/UNIR A professora foi avisada de que corria risco de vida pela presidente da ADUNIR – Associação dos Docentes da UNIR, a seção sindical local do ANDES – Sindicato Nacional dos Docentes, Profª Drª Walterlina Barbosa Brasil que de imediato relatou aos familiares e à própria professora Marilsa o que ouviu.

O campus de Rolim de Moura passa por uma crise e o clima ficou tenso após os estudantes do curso de Pedagogia iniciarem uma greve no início do ano letivo de 2010, em 22 de fevereiro, exigindo melhores condições de funcionamento do campus, que à época se encontrava em situação precária. A reivindicação dos estudantes teve apoio da maioria dos professores do Curso de Pedagogia e exigia, entre outros pontos: 1- Não há banheiros com condições de uso; 2-Não há água nos banheiros nem para a limpeza; 3- Não há água potável para beber; 4- Não há energia suficiente para o campus, (só se pode manter ligados dois aparelhos de ar-condicionado ao mesmo tempo, caso contrário a chave cai); 5- Escasso material de limpeza; 6- Os banheiros dos professores estão interditados há um ano; 7- As ruas do Campus e o pátio de entrada são verdadeiros atoleiros de lama; 8- Fechamento da biblioteca por tempo indeterminado de maneira arbitrária pela direção do campus; 9- Laboratórios precários e sem manutenção; 10- Acionado pelos estudantes, o Ministério Público Federal deu prazo para o REItor Januário apresentar uma proposta de reforma e adequação das irregularidades na estrutura e funcionamento do campus, no entanto, os prazos não foram cumpridos e nem há data para inicio das obras. Poderíamos citar tantos outros, como a falta de professores e de salas de aula.

Durante a greve houve uma exaltação por parte de alguns professores contrários ao Movimento. Houve registro de boletim de ocorrência quando um professor ameaçou uma estudante de pedagogia e esta o fez prontamente por se sentir ameaçada. No período da greve, diversos professores democratas que apoiaram o movimento denunciaram a compra de um terreno em frente ao campus. A transação está sendo realizada entre a UNIR e uma madeireira e chamou a atenção pelo fato de inúmeros questionamentos no Processo de compra e pela vultosa cifra de R$8.900.000,00 (Oito milhões e novecentos mil reais), um valor considerado acima do preço de mercado na região. Com o fim da greve dos estudantes um e-mail anônimo circulou na rede da UNIR, fazendo inúmeras acusações infundadas contra diversos professores que apoiaram o movimento, principalmente à professora Marilsa. O fato foi registrado, segundo a presidente da ADUNIR, também citada no email anônimo, junto á Polícia Federal. Após várias denúncias e manifestação pública através de Notas que circularam internamente na Universidade,
divulgada pelo DCE, Centros Acadêmicos, pela presidente da ADUNIR e pelo Departamento de Educação, vieram à tona as ameaças contra a professora Marilsa.

Crimes e ameaças

Além do crime virtual que atentaram contra a honra de inúmeros professores daquele campus que apoiaram o movimento, as ameaças já vinham ocorrendo desde o ano passado, já que como é noticiado no campus, o antigo vice-diretor do campus, indicado pela comunidade acadêmica, foi exonerado pelo reitor sem maiores esclarecimentos, e se colocava contrário à efetivação do negócio. Em seguida o professor solicitou remoção para o campus de Porto Velho sob a justificativa que estava sendo ameaçado, sendo atendido pela Administração Superior da Universidade.

Diversas entidades de classe e organizações sociais que acompanham a trajetória da professora Marilsa Miranda de Souza estão se mobilizando para uma campanha de solidariedade e denunciando as ameaças que esta vem sofrendo. A comunidade universitária conhece a trajetória de vida da professora, sua honestidade e por seus posicionamentos claros em defesa da Universidade Pública, gratuita e de qualidade.

URL: http://www.OOBSERVADOR.com
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quinta-feira, 15 de abril de 2010

VAMOS SORRIR UM POKINHO....

Algumas charges que vi, gostei e acredito q vc possa gostar também...






FINALMENTE.....

É isso mesmo, finalmente o Centro Acadêmico de Matemática foi REATIVADO, o botão liga/desliga num funcionava já fazia um tempão.... a Nova Direção do CA de Matemática UNIR de PVH ... alguns desafios já estão postos.... Participar ativamente do I COLOQUIO DE MATEMATICA DA REGIÃO NORTE NO PARÁ e REALIZAR A SEMANA DE MATEMÁTICA 2010....

LOGO LOGO teremos uma programação anual, ou pelo menos um esboço dela... Aguardem...

QQ COISA PROCUREM NOSSA PRESIDENTE: ARARA (92638874) OU RAILDO 92349390

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NOTA DE REPÚDIO DO CEBRASPO (Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos)

VALE A PENA LER E FICAR INFORMADO....

"Repudiamos os ataques apócrifos aos professores democratas do Campus de Rolim Moura da UNIR
Postado em 12 de abril de 2010 ¬ 14:53h.DCE/UNIRSem Comentários »
O CEBRASPO (Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos) vem, através desta nota, demonstrar seu apoio aos professores progressistas e democratas do campus de Rolim Moura, da UNIR (Universidade Federal de Rondônia), que de forma totalmente covarde e despropositada estão sendo atacados e caluniados por e-mails apócrifos que tentam, inclusive, manchar a honra e reputação destes valorosos e combativos profissionais.

A mais virulentamente atacada, a professora Ms. Marilsa Miranda de Souza é uma destacada liderança do movimento de professores daquela universidade. Como gestora e membro dos Conselhos Superiores da Universidade, sempre eleita por seus pares, teve destacada atuação na luta intransigente de uma Universidade que defendesse os interesses do povo, denunciando em irregularidades administrativas e a mercantilização do Ensino Público.

Da parte do CEBRASPO, muito nos honra em ter a professora Marilsa como companheira, sendo ela uma importante membro de nossa entidade e uma aguerrida defensora do direito do povo lutar pelos seus direitos, e a Universidade Pública é, sem dúvida alguma, um importante direito que é negado ao povo brasileiro.

A nós parece muito estranho que estes e-mails apócrifos tenham sido enviados após vitoriosa greve de quinze dias dos estudantes da UNIR, apoiados pelos professores progressistas citados nos e-mails, e das denúncias de que a UNIR estava comprando um terreno em frente ao campus de Rolim Moura, no valor de R$ 8.900.000,00 (oito milhões e novecentos mil reais), tendo sido este valor questionado pelos próprios professores.

Repudiamos estes ataques covardes e mentirosos aos professores citados no referido e-mail, especialmente a professora Marilsa. Ataques estes motivados por questões políticas e por diferenças na forma de se conceber o que é uma universidade. Os profissionais atacados, estes sim, são os verdadeiros educadores do povo, compromissados não com politicagem da mais baixa e grossa, nem com interesses econômicos escusos, mas sim com a construção de uma verdadeira universidade que sirva não só aos estudantes, professores e funcionários, mas que sirva a todo povo brasileiro.

CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos

Rio de Janeiro/RJ, 7 de abril de 2010."

Extraído na íntegra do site do DCE/UNIR: http://www.dceunir.com.br/

VISITEM O BLOG DA HISTÓRIA UNIR (CAHIS)

É ISSO MESMO, VISITEM E ACOMPANHEM O QUE ESTÁ ACONTECENDO NUM DOS CURSOS MAIS POLÊMICOS DA UNIR.... O CURSO DE HISTÓRIA ACESSANDO SEU BLOG NO SEGUINTE LINK....

http://cahisunir.blogspot.com

RECADO DADO, A PEDIDO DO CA DE HISTÓRIA.....

CONTEM CONOSCO.....

ESTUDANTES DA UNIR ROLIM DE MOURA PARALISAM ATIVIDADES

Rolim de Moura - Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2010 - postado por: Vilhena Hoje -

Acadêmicos do curso de Pedagogia da UNIR de Rolim de Moura paralisaram suas atividades na tarde desta terça-feira por tempo indeterminado. O protesto é para chamar a atenção da reitoria da universidade para as condições físicas das salas de aula do campus. Cerca de 70 alunos e parte dos professores se recusam a retornar ao trabalho, até que medidas emergenciais sejam tomadas. As principais reclamações são o calor e as goteiras em praticamente todos os pavilhões.

De acordo com a estudante Vanessa Lopes, problemas na rede elétrica do campus impedem os novos aparelhos de ar-condicionado de entrar em funcionamento. Segundo a acadêmica da Pedagogia, no período da tarde, é praticamente impossível ficar em sala. “Disseram que foi um problema na chave de energia, mas não tomam providências. Enquanto isso, nós somos obrigados a ficar num verdadeiro forno, estudando ou tentando estudar”, questiona.

Outra reclamação constante dos estudantes é com as goteiras. Praticamente todas a salas de aula e repartições do campus tem sérios problemas na estrutura do telhado. Até alguns professores se uniram ao grupo para tentar uma solução para o impasse. “Somos obrigados a trabalhar nessas condições, ou que dizer, sem condições. Não tem como desenvolver um bom trabalho assim, eles ficam cansados e nós também, alguém tem que fazer alguma coisa”, explicou uma professora, que não quis ter o nome revelado.

Os acadêmicos também somam as reclamações dos funcionários da limpeza do campus. Segundo eles, a pátio da instituição está cheio de mato, caramujos e até animais peçonhentos. De acordo com servidores da universidade, chega faltar material básico de limpeza, como papel higiênico. “O banheiro já está interditado a mais de um ano. Já sem material fica difícil trabalhar. Como vamos dar conta de um prédio deste tamanho”, lembrou Maria Josefa, zeladora.

Sem biblioteca

A maior revolta dos estudantes do campus rolimourense da UNIR é com a falta de uma biblioteca. O prédio recém construído e que deveria abrigar os livros ainda está vazio. Nem pode ser usado, segundo os alunos, porque o sistema de climatização também não funciona, a exemplo do restante do campus. Sem os livros, o início do semestre está comprometido, dizem os acadêmicos. Atividades rotineiras dos cursos são impedidas. “Vamos ficar parados até nos darem uma posição sobre esse problema”, disse Vanessa.

Dênis Farias
Hoje Rondônia

http://www.vilhenahoje.com.br/newsview.php?key=14239&PHPSESSID=0d2462362aa2ed3d88b606d8f178c09b